reporter Rádio Paiquerê AM

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Teatro Municipal já teria nome de Ricardo Queirolo


A Lei Municipal 9.664 de 2004 já teria homenageado com o nome do artista Ricardo Otello Queirolo (o eterno Picolino) o futuro Teatro da cidade.

O texto da Lei apresentada pelo ex-vereador Beto Scaff denominava Teatro Municipal Ricardo Otello Queirolo a repartição pública para esse fim a ser construída na Quadra 144, localizada entre as ruas Mossoró, Santos, Quintino Bocaiúva e Paranaguá.

O vereador José Roque Neto (PR) apresentou um projeto propondo que o Teatro Municipal que será construído próximo ao complexo do Marco Zero receba o nome de Oscar Niemeyer.

Segundo Beto Scaff, o teatro já tem nome – a única mudança foi a troca do local onde as salas serão construídas.

Beto Scaff informou que espera o arquivamento do projeto apresentado por José Roque Neto.

A lei teve como autor principal o ex-vereador Beto Scaff, mas a proposta foi assinada por todos os legisladores da época.

O vereador  José Roque Neto informou que vai consultar a assessoria da Câmara, antes de se pronunciar.

Ricardo Otello Queirolo
Palhaço Picolino

Kireeff e o CEASA

Postagem do prefeito eleito Alexandre Kireeff (PSD) no Facebook:

Já há alguns dias, recebi a visita do Luiz Gusi, diretor presidente do CEASA / PR, e conversamos longamente à respeito dos planos de investimento no nosso CEASA. A modernização da estrutura atua transformando-a em um moderno centro de logística do setor e o desenvolvimento de uma política agrícola municipal estrategicamente alinhada com essa iniciativa tem potencial para ser mais uma das frentes de atuação na busca pelo desenvolvimento econômico de Londrina.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Papéis invertidos



Rotineiramente acompanhamos a apresentação de projetos e a pressão de vereadores para a mudança de zoneamentos na cidade, porém desta vez o lobby partiu da sociedade civil organizada.

Um grupo de representantes das entidades apareceu no Legislativo e promoveu a suspensão dos trabalhos.

O grupo cobra a aprovação de uma mudança de zoneamento que vai beneficiar a empresa MRV LOG – Logística e Participação Ltda.

A matéria prevê a alteração de uma área de 155 mil metros quadrados no entroncamento da BR-369 e PR-445.

A proposta do executivo altera de zona comercial para Zona Industrial.

O presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano Joel Garcia, destacou o fato de que a mudança de zoneamento vai beneficiar a empresa que terá uma significativa redução no tamanho da área que precisa ser doada para o município.

Segundo Garcia, a empresa deixaria de doar para a prefeitura cerca de 42 mil metros quadrados de terreno.

Aumento salarial dos secretários fica para 2013

O presidente da Câmara Rony Alves (PTB) revelou que três integrantes da Mesa Executiva votaram pela discussão do aumento salarial dos secretários somente em 2013.
A medida joga para o próximo ano o futuro salarial dos secretários e atende a uma reivindicação do prefeito eleito Alexandre Kireeff (PSD).

Ministéiro Público repúdia proposta que proíbe investigações pela instituição

Nesta sexta-feira (14), o Ministério Público do Paraná comemora o Dia Nacional do Ministério Público com intensos debates na sede da instituição, em Curitiba, contando com a presença do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, do ex-presidente do STF, Ayres Brito, entre outras autoridades. Entre os temas que serão debatidos está a Proposta de Emenda à Constituição nº 37, que visa restringir apenas às Polícias Civil e Federal o poder de fazer investigações criminais, inviabilizando a atuação investigativa de outros órgãos do Estado, como o Ministério Público.

A proposta foi aprovada em 21 de novembro, por 14 votos a 2, em Comissão Especial da Câmara dos Deputados. Agora, a PEC precisa passar por duas votações em plenário. Apenas três países em todo o mundo vedam a investigação do MP: Quênia, Indonésia e Uganda.

Caso a PEC prospere no Legislativo, diversas investigações do Ministério Público podem ser prejudicadas. Apenas nos núcleos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Paraná estão em trâmite, hoje, 261 investigações, que poderiam sofrer reveses com a possível aprovação da PEC 37. O Gaeco foi responsável por investigações como as que resultaram no afastamento dos dois últimos prefeitos de Londrina; no afastamento do presidente da Câmara de Guarapuava, dezenas de processos contra vereadores, policiais e outros agentes públicos, além de outras operações importantes, como as denominadas Tentáculos, de Maringá, que envolve crimes de formação de quadrilha, receptação, adulteração, lavagem de dinheiro; Papel (Curitiba - quadrilha acusada de fraudes fiscais de mais de 113 milhões em ICMS e 40 milhões em tributos federais), entre dezenas de outras.

"O Ministério Público não quer substituir o papel da polícia, que é importantíssimo e indispensável, é claro. Queremos manter a prerrogativa de fazer investigações suplementarmente, sobretudo em relação aos crimes não convencionais, em que a intervenção da instituição pode fazer a diferença, por ser independente e ter prerrogativas que a polícia não tem, o que a torna menos suscetível a pressões políticas", afirma o procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia. "Se a PEC 37 for aprovada, quem perde é a sociedade brasileira. Seria um retrocesso; um golpe ao regime democrático e ao avanço que já observamos na legislação brasileira. A sociedade que já viu aprovada leis como a da Improbidade Administrativa, a dos Crimes Econômicos, a Ficha Limpa, a Lei de Acesso à Informação, entre outras, de cunho democrático, não pode aceitar inerte a aprovação dessa PEC".

Alguns motivos pelos quais o MP é contrário à PEC 37:

- Retira a possibilidade de que instituições como o Ministério Público, COAF, Receita Federal, Ibama, Previdência Social, entre outros órgãos do Estado de fazer investigações criminais, e coloca até em dúvida a possibilidade da participação da própria PM nessas investigações;

- Enfraquece o combate à criminalidade organizada e à corrupção;

- A Constituição prevê que só o Ministério Público pode ajuizar a quase totalidade das ações penais (crimes de ação penal pública). Por isso, para que uma ação penal pública possa ser ajuizada, a Polícia necessariamente tem que encaminhar a investigação ao MP, que analisará as provas e fará a denúncia, ou determinará complementação de provas, ou, ainda, seu arquivamento, em caso de falta de indícios da autoria ou de prova da materialidade do crime. Se é ao MP que deve ser endereçada a investigação feita pela polícia, é incoerente que a instituição que deve proteger a sociedade e promover a persecução criminal seja impedida de apurar e de investigar por si própria, nos casos em que achar necessário. Quem decide sobre denunciar à Justiça ou não, não pode ser impedido de atuar na fase preliminar, que é investigar (suplementarmente).

- A PEC vai contra decisões dos Tribunais Superiores, que já garantem a investigação pelo MP.

- A Polícia não tem a prerrogativa da inamovibilidade, que têm os membros do MP. Um promotor que investiga um caso não pode ser afastado dessa investigação por nenhuma autoridade. Um delegado, por exemplo, pode ser transferido quando seu superior achar conveniente.

- Apenas três países em todo o mundo vedam a investigação do MP: Quênia, Indonésia e Uganda.

- Vai na contramão de tratados internacionais assinados pelo Brasil.

- Gera insegurança jurídica e desorganiza o sistema de investigação criminal.

- Enfraquece as instituições e desconsidera o interesse da sociedade e de cada cidadão, individualmente, que não teria a quem recorrer em caso de omissões da polícia.

Acil e as taxas de cartório

A Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL) manifestou-se contrária a reajustes das taxas de cartórios.

Veja a nota:

A ACIL vem manifestar publicamente sua opinião contrária ao reajuste na tabela de preços dos cartórios paranaenses. Os aumentos nas taxas – de até 1.125% – estão previstos em um projeto de lei enviado pelo Tribunal de Justiça do Paraná à Assembleia Legislativa.
Os reajustes propostos têm índices muito acima da inflação. Um exemplo particularmente absurdo é o reconhecimento de firma de pessoa jurídica, que subiria de R$ 3,06 para R$ 37,50. Serviços cartórios de certidões judiciais, desarquivamentos de processos e escrituras de instituições de união estável, entre outros serviços, sofreriam reajustes superiores a 100%.
Não bastassem os reajustes excessivos e injustificados, o projeto de lei foi enviado à Assembleia Legislativa no final do ano, sem qualquer tipo de discussão prévia com a sociedade. “Caso o projeto seja aprovado, o cidadão paranaense – aquele que paga impostos e produz para a sociedade – seria o maior prejudicado”, critica o presidente da ACIL, Flávio Montenegro Balan. “Os serviços de cartório são indispensáveis para a sociedade. Esses aumentos abusivos teriam um impacto negativo na economia e penalizariam toda a sociedade”, completa.
Hoje mesmo a ACIL encaminhou um manifesto aos deputados estaduais contra o reajuste das custas judiciais e extrajudiciais. A entidade defende que a votação do projeto seja adiada para 2013 – e sugere uma ampla discussão sobre o tema, com participação dos segmentos sociais envolvidos.

Reunião da Mesa Executiva da Câmara

Pelo jeito, a reunião da Mesa Executiva da Câmara realizada hoje, de manhã, melou!
Recebi a informação de que o vereador Sebastião dos Metalúgicos (PDT) não apareceu.
A reunião iria discutir o requerimento do advogado Mauricio Carneiro para a realização de eleição indireta para o cargo de prefeito e o resgate do projeto que autoriza aumento salarial para os secretários municipais.
O presidente Rony Alves (PTB) deve conversar com os jornalistas sobre o que será feito.

Teatro Oscar Niemeyer

Vereador José Roque Neto (PR) apresentou o projeto de Lei 396/2012 propondo que o Teatro Municipal que será construído próximo ao complexo do Marco Zero receba o nome de Oscar Niemeyer.
Na justificativa, o autor da matéria destaca a importância de homenagear o arquiteto que desenhou Brasília.
O projeto deve gerar um grande debate entre a comunidade cultural.
O secretário municipal de Cultura Leonardo Ramos destacou a importância de Niemeyer na história brasileira, mas revelou o desejo de homenagear pessoas ligas as artes na denominação do Teatro. Leonardo Ramos também destacou o fato de que a arquitetura do Teatro de Londrina não segue o mesmo estilo utilizado por Niemeyer em suas obras.

Leonardo Ramos lembrou do grande Ricardo Queirolo - seria uma linda homenagem ao eterno Picolino!
 

E o pedestre?

Tá! Mas e o pedestre e o cadeirante?


Ciclovia na Avenida Higienópolis - no muro lateral do Iate Clube

Fala sério!

É mais uma pérola do nosso cancioneiro popular!